
Sindec vai fiscalizar o comércio no feriado de Navegantes (2)
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

Mais uma edição do Fórum Social Mundial Temático em Porto Alegre se aproxima, e com ela cresce a expectativa do movimento sindical fortalecer suas bases com a prospecção de alternativas elaboradas a partir do diálogo com representações mundiais.
Nessa esfera, as propostas norteadoras do evento, não dão espaço para o sectarismo entrar em cena, fazendo com que o Fórum se consolide cada vez mais como um ambiente democrático, à medida que consegue reunir, em dimensões globais, diversas representações que possuem ideologias distintas, mas que pleiteiam algo em comum, ou seja, soluções que caminhem para uma unificação de globalização solidária, onde o respeito pelo ser humano impera.
O que buscamos com o FSMT, é encontrar alternativas através do diálogo centrado, com exposição de ideias, que por vezes poderão divergir de outras esferas, mas que devem, assim como as outras, serem ouvidas para que sejam impulsionadoras de soluções para tantos problemas que assolam principalmente a classe trabalhadora.
É obvio que cada representação têm seus interesses, assim como têm responsabilidades com os membros com as quais se comprometeram representar, é por esta razão que as ideias devem ser expostas, as ideologias apresentada e argumentadas pelos movimentos, para que reflexões sejam praticadas em torno das inúmeras temáticas que irão ser postas nessa edição.
Um exemplo de prática dessas ações concretizadas pelos movimentos que idealizam o Fórum é a participação efetiva também da Força Sindical-RS, que sempre esteve a postos em outras edições com seus dirigentes, opinando, discutindo e propondo ações para melhorias.
Dessa forma, a afirmação que faço logo no título, "O FSM Temático pode acabar? Não, mas o sectarismo sim" é para que possamos refletir sobre a questão de que não iremos longe sozinhos, pois como já diz o ditado "a união faz a força". E esta força só pode ser construída através de mentes abertas à troca de diálogo e experiências, fazendo com que este grande evento global se fortaleça ainda mais.
Clàudio Janta
Secretário-geral do Sindec-POA
Presidente da Força Sindical-RS
Vereador de Porto Alegre

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.

Os comerciários aprovaram a previsão de orçamento, bem como o parecer do Conselho Fiscal da entidade.

O Sindec-POA encerrou a Campanha Salarial 2025 com um dos maiores aumentos reais do país e avançando em conquistas sociais históricas.

Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.

Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”

A proposta apresentada é inaceitável: além de oferecer um reajuste abaixo do merecido, ainda quer empurrar o pagamento para janeiro do ano que vem.