
Sindec vai fiscalizar o comércio no feriado de Navegantes (2)
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As centrais sindicais de trabalhadores do Rio Grande do Sul estiveram reunidas na manhã desta quarta-feira, 8 de fevereiro, na sede da CTB-RS, para discutir o encaminhamento unificado da pauta de reivindicações e defesa do Piso Regional 2012.
A Força Sindical e a Fetracos foram representadas pelo diretor Marcelo Furtado e o vice-presidente da Fetracos, Dionísio Mazui. De forma unânime, as centrais defederam a aprovaçao do Projeto de Lei, proposto pelo governo estadual, que propõe reajuste de 14,75% para o piso regional do Estado. Em um primeiro momento, o governo estadual recuou de sua intenção de promover o reajuste junto com o Piso Nacional a pedido da classe patronal.
Na pauta da reunião, as centrais pediram ainda a inclusão de outras categorias como beneficiárias do piso. Os sindicalistas ratificaram a posição da Força Sindical de lutar pela recuperação e valorização do piso regional como ferramenta legítima para incrementar efetivamente a distribuição de renda aos trabalhadores.
Promovidos os ajustes, os representantes das centrais se dirigiram para a Assembleia Legislativa do RS, onde foram recebidos pelo presidente do Legislativo gaúcho, Alexandre Postal. Na presença dos deputados Álvaro Boéssio, Heitor Schuck e Raul Carrion, foi firmado o compromisso de agilizar a pauta e a votação do projeto com a maior brevidade possível.
Na oportunidade, a posição das centrais foi justificada em face do momento vivenciado pela economia do Rio Grande, que em 2011 alcançou índices superiores ao crescimento nacional, conforme todos os indicadores mostraram e continuarm a sinalizar uma expectativa positiva de crescimento.
Não se justificam as alegações de que o reajuste no Piso Regional poderiam causar transtornos a setores produtivos no Estado", afirmou Mazui.
O presidente da ALRS reafirmou seus compromissos com os trabalhadores e pediu que as centrais sindicais acompanhem a tramitação do projeto nas comissões. Os sindicalistas acordaram que continuarão a discutir unitariamente essas questões pontuais, já ficado marcada uma nova rodada de conversações na semana que vem como forma de manter a mobilização até que o projeto seja votado e aprovado.

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.

Os comerciários aprovaram a previsão de orçamento, bem como o parecer do Conselho Fiscal da entidade.

O Sindec-POA encerrou a Campanha Salarial 2025 com um dos maiores aumentos reais do país e avançando em conquistas sociais históricas.

Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.

Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”

A proposta apresentada é inaceitável: além de oferecer um reajuste abaixo do merecido, ainda quer empurrar o pagamento para janeiro do ano que vem.