Acontecimentos no mercado que afetam os comerciários.
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Com 8,5 milhões de contratações, comércio foi o ramo que mais admitiu em 2011
por Gabriella Oliveira | Os dados fazem parte da pesquisa Estatísticas do Cadastro Central de Empresas 2011 (Cempre).
O comércio foi a atividade que mais contratou trabalhadores em 2011 no país: 18,9% do total (8,5 milhões de pessoas), seguido das indústrias de transformação (18,2% ou 8,2 milhões de pessoas) e da administração pública (17% ou 7,7 milhões). O item atividades administrativas e o serviços complementares e construção absorveram 9% (4,1 milhões de pessoas) e 6,4% (2,9 milhões), respectivamente.
Os dados fazem parte da pesquisa Estatísticas do Cadastro Central de Empresas 2011 (Cempre), divulgada hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Das 52,2 milhões de pessoas ocupadas nessas empresas, 45,2 milhões (86,6%) eram trabalhadores assalariados e 7 milhões (13,4%) estavam na condição de sócio ou proprietário.
O número de empresas e outras organizações manteve-se igual ao ano anterior, mas o pessoal ocupado total cresceu 4,9% (2,4 milhões), o pessoal ocupado assalariado, 5,1% (2,2 milhões) e o número de sócios e proprietários, 3,8% (256,2 mil). Os salários e outras remunerações somaram R$ 1 trilhão.
De 2010 para 2011, foram gerados 2,2 milhões de vínculos, sendo 499,5 mil no comércio (22,9%), 271,7 mil na administração pública, defesa e seguridade social (12,4%) e 269,6 mil na construção (12,3%).
Na comparação com 2010, o total de salários e de outras remunerações aumentou 8% e o salário médio mensal, 2,4%, em termos reais, ficando em R$ 1.792,61 (3,3 salários mínimos). O levantamento considerou o valor médio do salário mínimo de R$ 510, em 2010, e de R$ 544, em 2011.
Das 5,1 milhões de empresas e outras organizações formais (administração pública, entidades sem fins lucrativos, pessoas físicas e instituições extraterritoriais) ativas em 2011, 89,9% eram entidades empresariais. Elas absorveram 75,5% do pessoal ocupado total, 72,4% do pessoal ocupado assalariado e pagaram 63,4% dos salários e outras remunerações.
A administração pública representou 0,4% das organizações e empregou 18,1% do pessoal ocupado total, 20,9% do pessoal ocupado assalariado e 30,2% dos salários e de outras remunerações. Entidades sem fins lucrativos representaram 9,7% das organizações e empregaram 6,4% do total de trabalhadores, 6,6% do pessoal ocupado assalariado e 6,3% dos salários pagos no ano.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.