
Sindec vai fiscalizar o comércio no feriado de Navegantes (2)
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

Dirigentes da Fetracos-RS e sindicatos filiados participam do 8º Congresso da Força Sindical aberto hoje, dia 12, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Além de debater as reformas reformas trabalhista e previdenciária e de discutir medidas que auxiliem na retomada do desenvolvimento econômico do país, os comerciários buscam garantir o encaminhamento de demandas da categoria no Congresso, que dará encaminhamento à pauta e às ações da central nos próximos anos.
Assegurar os espaços neste processo foi uma das questões discutidas pela categoria no encontro setorial dos comerciários, realizado no início da noite, na sede da Fecomerciários-SP. Outro ponto abordado pelos dirigentes foi a preocupação com a descaracterização de entidades a partir da divisão de base por setores.
Presidente licenciado da Fetracos-RS e líder da central no Rio Grande do Sul, Clàudio Janta reforçou que o Secretariado Nacional dos Trabalhadores do Comércio e Serviços da Força Sindical (Sentracomserv) foi instituído com o propósito de consolidar uma base unidade no comércio e serviços e que a unicidade sindical deve ser defendida pelas entidades. "Somos o segundo maior setor dentro da central e representamos os trabalhadores que mais têm sofrido nesse processo de crise, além de penar com a jornada de trabalho extensa. Temos força, poder de mobilização e categoria unida", enfatizou.
Dionísio Mazui, presidente em exercício da Fetracos e secretário do Sentraconserv, também reforçou a necessidade de assegurar a representatividade da categoria na composição da central. "É importante que todos nós possamos estar imbuídos da nossa responsabilidade neste 8° Congresso e manter as nossas posições, representando a categoria na composição da estrutura da central", afirmou.
Durante o dia os dirigentes acompanharam a plenária de abertura do evento, que contou com a presença de mais de três mil trabalhadores no ginásio Falcão. As atividades continuam com os grupos de trabalho, que irão formular as propostas a ser encaminhadas no Congresso, que será encerrado na manhã da quarta-feira, 14, com a eleição da diretoria nacional da Força Sindical.

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.

Os comerciários aprovaram a previsão de orçamento, bem como o parecer do Conselho Fiscal da entidade.

O Sindec-POA encerrou a Campanha Salarial 2025 com um dos maiores aumentos reais do país e avançando em conquistas sociais históricas.

Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.

Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”

A proposta apresentada é inaceitável: além de oferecer um reajuste abaixo do merecido, ainda quer empurrar o pagamento para janeiro do ano que vem.