Comércio gaúcho movimenta R$ 161 bilhões e emprega 699 mil pessoas
por Gabriella Oliveira | Setor é responsável pelo pagamento de R$ 9 bilhões em salários para o trabalhador gaúcho.
O comércio do Rio Grande do Sul movimentou R$ 161 bilhões e empregou 699 mil pessoas em 2011. Os dados da Pesquisa Anual de Comércio (PAC) foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor realizou um total de R$ 9 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações, indicando uma média de R$ 12.958 anuais por trabalhador.
Na região sul, quanto à receita bruta de revenda, o Estado ficou em segundo lugar, pois deteve 35,6% da mesma. O primeiro lugar ficou com o Paraná, com 38,8%, enquanto Santa Catarina obteve 25,6%. O comércio varejista se destacou com o maior número de unidades locais (76,5%) e de pessoas ocupadas (72,8%).
No que diz respeito à receita bruta de revenda, três segmentos se destacaram no comércio varejista do Rio Grande do Sul: comércio de outros produtos em lojas especializadas (setor que inclui lojas de departamento móveis e eletrodomésticos e diversas outras atividades, tais como o comércio de material de construção, de informática, livrarias e farmácias), hipermercados e supermercados, e combustíveis e lubrificantes.
Juntos, estes setores responderam por 77,9% da receita bruta de revenda do comércio varejista em 2011, com 35,2%, 27,5% e 15,2%, respectivamente. Considerando a margem de comercialização, a participação desses setores chega a 72%. Apesar da contribuição das atividades na receita bruta e na margem de comercialização, elas representam 48,6% do total das unidades locais do segmento, ocupando 64% das pessoas.
Em relação à massa salarial, foram destaques os segmentos de comércio de outros produtos em lojas especializadas, com R$ 2,75 bilhões, correspondentes a 45,8% do total do comércio varejista no RS, comércio de tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados, com R$ 1 bilhão, 17,1% do varejo), e hipermercados e supermercados (R$ 987 milhões, 16,4%). Hipermercados e supermercados também responderam pela maior média de pessoas ocupadas por empresa (45 pessoas), bem acima da média do comércio varejista (4,5).
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.