
Campanha do Sindec pelo fim da escala 6x1 ganha as ruas de Porto Alegre
A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

A Força Sindical-RS divulgou nota, nesta quinta-feira (28), denunciando as tentativas de dividir a categoria comerciária sob o falso discurso de “liberdade sindical”.
De acordo com a entidade, o que se apresenta como liberdade é, na verdade, “libertinagem sindical”, usada como pretexto para enfraquecer sindicatos sérios e representativos.
O presidente da Força Sindical-RS, Clàudio Janta, afirma que o movimento sindical se construiu na unidade e na defesa da categoria.
Entretanto, setores oportunistas tentam impor a fragmentação como avanço. Na prática, a divisão significa fragilizar sindicatos e esfarelar conquistas históricas dos trabalhadores”, afirma o sindicalista em nota.
De acordo com Janta, a fragmentação enfraquece sindicatos comerciários e reduz a capacidade de negociação coletiva em setores estratégicos.
Além disso, a divisão aumenta a vulnerabilidade dos trabalhadores, expostos a entidades frágeis ou criadas apenas para legitimar interesses patronais.
O presidente alerta que também outras categorias ligadas ao comércio sofrem os impactos de uma representação fragmentada e de negociações desarticuladas.
O comércio brasileiro é um só. Separar trabalhadores que sempre caminharam juntos é um erro histórico e um crime contra a classe”, enfatiza Janta.
A Força Sindical-RS reafirma sua defesa intransigente da categoria comerciária como um corpo único, indivisível e essencial para a luta coletiva.
Dividir é fragilizar, e fragilizar abre caminho para retrocessos. Mexeu com os comerciários, mexeu com toda a Força Sindical-RS”, conclui Janta.
A Força Sindical-RS vem a público denunciar e repudiar as tentativas oportunistas de dividir a categoria comerciária sob o falso discurso de “liberdade sindical”. O que se apresenta como liberdade, na verdade, é libertinagem sindical: um pretexto para enfraquecer a representatividade dos trabalhadores e abrir espaço para interesses alheios à classe.
O movimento sindical se construiu na luta, na unidade e na defesa intransigente da categoria. Agora, setores oportunistas tentam impor a fragmentação como se fosse um avanço, quando, na prática, significa esfarelar conquistas, fragilizar sindicatos sérios e abrir caminho para sindicatos de gaveta, sem legitimidade e sem força de negociação.
Não se trata apenas de uma disputa de base:
Enfraquece os sindicatos comerciários, retirando parte essencial da categoria que atua em grandes operações logísticas;
Fragmenta a organização dos trabalhadores, criando divisões artificiais que só interessam ao patronato;
Diminui a capacidade de negociação coletiva, reduzindo a força e o alcance das pautas trabalhistas;
Aumenta a vulnerabilidade dos trabalhadores, expostos a sindicatos frágeis ou criados apenas para legitimar interesses externos;
Afeta também outras categorias ligadas ao comércio, que acabam sendo prejudicadas por uma representação fragmentada e por negociações desarticuladas.
A categoria comerciária é única, indivisível e historicamente organizada. Tentativas de fatiá-la não passam de manobras oportunistas que visam fragilizar a luta coletiva — e, ao fazê-lo, acabam desorganizando não apenas os comerciários, mas também outras categorias que se relacionam com este setor vital da economia.
O comércio brasileiro — seja no varejo, nas concessionárias, nas lojas, nos centros de distribuição e em todos os outros setores representados com legitimidade por sindicatos de comerciários — é um só. Separar trabalhadores que sempre caminharam juntos é um erro histórico e um verdadeiro crime contra a classe trabalhadora.
A Força Sindical-RS reafirma sua defesa intransigente da categoria comerciária como um corpo único e indivisível. Dividir é fragilizar, e fragilizar é abrir caminho para retrocessos.
Não aceitaremos que aventureiros promovam a desorganização da classe trabalhadora.
Mexeu com os comerciários, mexeu com toda a Força Sindical-RS!
Claudio Janta
Presidente da Força Sindical-RS

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.

O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.

Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.