
Sindec vai fiscalizar o comércio no feriado de Navegantes (2)
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

Após manhã de mobilização dos trabalhadores pela pauta da valorização do Salário Mínimo Regional, o governo chegou a um consenso e fechou em 10% o índice de reajuste do piso. Apesar de ficar abaixo dos 13% solicitados pelas centrais sindicais, valor foi considerado satisfatório e adequado à previsão que vinha sendo feita com base na economia.
Com o gabinete lotado, o governador Tarso Genro declarou que o governo tem feito esforços para promover a geração de emprego e qualificação e que os benefícios conquistados devem ser distribuídos. Tarso admitiu ainda que a pauta gerou um grande debate no governo, principalmente em relação aos pequenos empresários. "Concluímos que o aumento do salário mínimo não prejudica as pequenas e médias empresas. Pelo contrário, ajuda a vender, porque aumenta o poder de consumo da sociedade", defendeu.
Ao anunciar o índice de 10% de reajuste, Tarso ainda ponderou que aumento "não é ideal, mas é significativo". O esforço foi reconhecido pelos líderes presentes, que aplaudiram a decisão e acompanharam o secretário da Casa Civil, Carlos Pestana, até a Assembleia Legislativa do Estado, onde foi realizada a entrega do projeto nas mãos do presidente, Alexandre Postal.
Para o representante da Força Sindical, João Vilmar Pereira, o índice é satisfatório, ficando dentro das expectativas traçadas junto ao Dieese. "O que nos contempla também é que agora as empresas que têm o trabalho terceirizado só vão poder contratar novos trabalhadores usando como parâmetro o piso salarial regional. Isso é uma das garantias do governador", acrescentou o sindicalista.
Na Assembleia, a expectativa é de que o projeto seja votado muito em breve. Se aprovado, o novo salário passa a vigorar a partir de 1º de fevereiro de 2013.
As faixas salariais com o reajuste de 10% passam a:
Faixa I -- R$ 770,00
Faixa II - 787,73
Faixa III - 805,60
Faixa IV - 837,41
O índice do piso regional pago aos comerciários é o da faixa III. O salário mínimo regional passará dos atuais 732,36 para 805,60.
Texto: Andréia Sarmanho, com informações do Sindec/Porto Alegre.
Foto: Cintia Rodrigues

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.

Os comerciários aprovaram a previsão de orçamento, bem como o parecer do Conselho Fiscal da entidade.

O Sindec-POA encerrou a Campanha Salarial 2025 com um dos maiores aumentos reais do país e avançando em conquistas sociais históricas.

Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.

Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”

A proposta apresentada é inaceitável: além de oferecer um reajuste abaixo do merecido, ainda quer empurrar o pagamento para janeiro do ano que vem.