
Sindec vai fiscalizar o comércio no feriado de Navegantes (2)
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

Nesta terça-feira, dia 15, a Fetracos realizou a reunião estadual da federação com os representantes das entidades filiadas. O encontro ocorreu às 9h30min, na sede da Força Sindical-RS. O presidente do Sindec e integrante da diretoria adjunta da Fetracos, Nilton Neco participou juntamente com os diretores Claudio Correa, Luiz Carlos Barbosa e João Pereira.
Além de outros assuntos sugeridos na oportunidade, a reunião tratou a avaliação do III Congresso dos Comerciários, campanhas salariais dos filiados, avaliação sobre a escolha do novo Ministro do Trabalho (Brizola Neto), informes sobre a reunião do novo Ministro do Trabalho com as centrais sindicais, novas regras para criação de entidades sindicais (fim da Portaria 186/2008), campanha pela manutenção da Contribuição Sindical, candidaturas de dirigentes comerciários: prazo para desincompatibilização, informações jurídicas, novo jornal da Fetracos e posteriormente assuntos gerais.
Para Claudio Correa, integrante do Conselho Fiscal, a atuação da central em trabalho em conjunto foi fundamental para a representação política no mundo do trabalho a nível nacional, com a escolha do novo Ministro do Trabalho.
Sobre as candidaturas de dirigentes comerciários, Correa conclama todos para a unificação de uma campanha consistente. "Precisamos construir e estruturar uma campanha sólida e encontrar formas de contribuir em cada cidade".
A regulamentação da profissão de comerciário e o processo de filiação na CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio) foram pontos levantados por Nilton Neco. "São coisas mais pontuais e que tem a ver com o nosso mundo do comércio".
A próxima reunião estadual da Federação será no dia 14 de junho na cidade de Guaíba.
A relevância dos assuntos em pauta justificou o comparecimento de todos os dirigentes da federação e das entidades filiadas.
Os dirigentes e filiados da federação foram convidados a participar da Plenária Estadual da Força Sindical, também no dia 15, às 15h, na sede da Força Sindical do RS, para tratar sobre o Imposto Sindical.
Texto: Ligiane Brondani

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.

Os comerciários aprovaram a previsão de orçamento, bem como o parecer do Conselho Fiscal da entidade.

O Sindec-POA encerrou a Campanha Salarial 2025 com um dos maiores aumentos reais do país e avançando em conquistas sociais históricas.

Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.

Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”

A proposta apresentada é inaceitável: além de oferecer um reajuste abaixo do merecido, ainda quer empurrar o pagamento para janeiro do ano que vem.