
Sindec vai fiscalizar o comércio no feriado de Navegantes (2)
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

A Força Sindical, junto com outras centrais sindicais e entidades de aposentados continuam em vigília nesta quarta pressionando pelo fim do fator previdenciário. A mobilização em Brasília envolve sindicatos de diversas categorias, aposentados e deputados na luta por sensibilizar a Câmara a aprovar o projeto de lei que estabelece a fórmula 85/95 como substitutiva ao fator.
Foi firmado acordo na terça-feira, dia 27, entre lideranças do PDT, PR, PSC e PTB na Câmara Federal para os partidos obstruírem a pauta de votações (com exceção da Medida Provisória 583, que libera crédito para a seca do Nordeste) até o fim do ano, segundo o presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT). O objetivo é pressionar pela colocação da proposta do fim do fator previdenciário em plenário.
Um grupo de sindicalistas do Rio Grande do Sul participa das ações em Brasília, entre eles diretores e colaboradores do Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre João Pereira, Leandro dos Santos e Hilza Moraes.
O vice-presidente da Fetracos, Dionísio Mazui, vice-presidente da Força Sindical-RS, Walter Fabro, do Sindicato de Cachoeira do Sul, Roberto Lopes, do Sindicato dos Comerciários de Pelotas, Janete Porto, do Sindec Alvorada, Marco Antônio Silva, Sec Guaíba Ivone Simas e Adilson Bogorni também acompanham as mobilizações no Congresso.
A vigília dos representantes da categoria no Congresso deve continuar hoje, quando se esperava que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT), colocasse em votação a proposta. No entanto, isso dependia de acordo com as lideranças partidárias (inclusive da base do governo), que não foi alcançado ontem. O problema é a negociação com o Executivo, que resiste em concordar com o fim do fator e com o regime 85/95 (que também consta no projeto), por meio do qual há a concessão do benefício integral quando a soma de idade e tempo de contribuição chegam a 95 anos, no caso do homem, e de 85, para a mulher.
Também hoje haverá audiência pública no Senado para debater sobre a atual fórmula de cálculo e sobre o índice de aumentos dos aposentados que recebem acima de um salário-mínimo.
Fonte: Diário do Grande ABC com informações Sindec-POA

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.

Os comerciários aprovaram a previsão de orçamento, bem como o parecer do Conselho Fiscal da entidade.

O Sindec-POA encerrou a Campanha Salarial 2025 com um dos maiores aumentos reais do país e avançando em conquistas sociais históricas.

Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.

Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”

A proposta apresentada é inaceitável: além de oferecer um reajuste abaixo do merecido, ainda quer empurrar o pagamento para janeiro do ano que vem.