
Sindec vai fiscalizar o comércio no feriado de Navegantes (2)
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

Representantes das centrais, em mais um movimento marcado pela atuação unitária dos trabalhadores, estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira, 27, com o governador Tarso Genro, no Palácio Piratini. Os trabalhadores manifestaram o reconhecimento ao esforço que tem sido feito pelo governo do Estado em relação à valorização do mínimo regional, mas voltaram a lembrar outras solicitações que fazem parte da pauta, como a inclusão de categorias no projeto.
Representando a Força Sindical, Dionísio Mazui lembrou a importância de acompanhar os índices de crescimento do estado, que superaram a média nacional em 2011. "Estamos efetivamente contribuindo com o crescimento e é justo que os trabalhadores também sejam beneficiários deste desenvolvimento", salientou. Mazui também chamou a atenção para a implantação de uma política definitiva de valorização do piso estadual.
Representantes de categorias do setor hoteleiro e trabalhadores do ramo de difusão cultural e artística também se manifestaram a respeito da inclusão de novas categorias dentre as beneficiadas pelo piso regional.
Atento aos pontos levantados pelas centrais, o governador Tarso Genro alertou para a vigilância do projeto junto à Assembleia Legislativa, alegando descontentamento de algumas bancadas, que devem tentar mudar a proposta por considerar reajuste oneroso sobretudo aos microempresários. Tarso destacou que a mobilização dos trabalhadores deve ser fortalecida nas questões referentes ao desenvolvimento e que visão dos sindicatos deve ser expandida para a política industrial, acrescentando que devem ser pautadas agora questões como a dívida dos Estados, conforme debatido no CDES, em que representação dos trabalhadores também deve ter "presença política mais forte", destacou Tarso.
Na praça Marechal Deodoro, em frente ao Palácio, trabalhadores realizavam ato e mobilizavam-se para as próximas negociações, que iniciaram ainda pela manhã. Além de Mazui, também participaram da reunião Antero Alt, pela Força Sindical-RS e Ivone Simas, representando a Fetracos.
Texto: Andréia Sarmanho
Fotos: Cintia Rodrigues

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.

Os comerciários aprovaram a previsão de orçamento, bem como o parecer do Conselho Fiscal da entidade.

O Sindec-POA encerrou a Campanha Salarial 2025 com um dos maiores aumentos reais do país e avançando em conquistas sociais históricas.

Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.

Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”

A proposta apresentada é inaceitável: além de oferecer um reajuste abaixo do merecido, ainda quer empurrar o pagamento para janeiro do ano que vem.