
Campanha do Sindec pelo fim da escala 6x1 ganha as ruas de Porto Alegre
A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

A União quer evitar o pagamento indevido de R$ 1,3 bilhão em seguro-desemprego em 2017. A informação foi dada pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em entrevista à Rádio Guaíba nesta terça-feira. O objetivo parte da inclusão de uma plataforma que ajuda a rastrear possíveis fraudes. A ferramenta, incluída no rol de instrumentos da pasta em dezembro, também é usada por outros órgãos do governo federal.
É uma plataforma usada pelo Ministério da Justiça, pelo Banco Central e Receita Federal. Fizemos uma adequação para que a gente possa fazer triagem de auditoria e controle no pagamento do seguro-desemprego, seguro-defeso e abono salarial. No ano de 2016, foram pagos R$ 34 bilhões no benefício de seguro desemprego. A ferramenta foi instalada em dezembro e de lá para cá nós bloqueamos o pagamento indevido de R$ 104 milhões. A nossa expectativa é de evitar o pagamento indevido de seguro-desemprego, poupando R$ 1,3 bilhão em 2017", explicou Nogueira.
Conforme o ministro, a plataforma ainda permite o monitoramento de 11 mil agentes responsáveis por atender trabalhadores que solicitam o seguro-desemprego. "Nós temos mais de 15 mil requerimentos bloqueados, constatados como pagamentos que seriam fraudes, originadas por quadrilhas que se organizam para se aproveitar do benefício", argumentou.
Nogueira ressaltou ainda que a proposta da terceirização se consolida em três eixos. "O primeiro eixo trata do direito de quem contrata e de quem é contratado. Queremos ainda trazer segurança jurídica e o terceiro eixo é criar oportunidade de ocupação para todos. Nós temos 13 milhões de desempregados no Brasil e é triste ver hoje pais e mães que não têm endereço para trabalhar. Precisamos ter muita determinação para aprovar proposta para gerar empregos", completou.
Correio do Povo

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.

O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.

Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.